quarta-feira, 14 de setembro de 2011



21 de Setembro – dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência -  Ação, Reflexão e Ação - Vencendo Limites e Preconceitos

     Em comemoração ao Dia Nacional de Luta da pessoa com Deficiência, a Diretoria de Educação Especial – SEDF convida a refletir sobre o processo de inclusão social da pessoa com deficiência. Nesta perspectiva, propõe um momento de confraternização que ao mesmo tempo reforce as ações afirmativas dos direitos de igualdade presentes neste dia de luta, divulgue as contribuições de sucesso na prática escolar e apresente nossos artistas com Deficiência, Transtorno Global do Desenvolvimento e Altas Habilidades/ Superdotação nas diversas áreas.

Apresentações:
·          14h Abertura: Hino Nacional – DRE Paranoá, seguida das Boas Vindas proferidas pelo Diretor da Educação especial Professor Antonio Leitão.
·         14:15 música:” Como é grande o meu amor por você”  - DRE Planaltina
·          14:30 DRE Sobradinho
·         14:45 Dança com Boneca Maluca - DRE Gama
·          15h Capoeira - DRE Santa Maria
·          15:15 Relato de experiência -  Professora Theodora Sala de Recursos  - DRE São Sebastião
·          15:30 Cover do Elvis Presley, aluno Jorge Ali do CIEE e Teatro de Fantoche da Escola Parque– DRE Plano Piloto
·          15:45 Balé e Streeat dance  - SurdoDance
·          16h DRE Núcleo Bandeirante
·          16:15 DRE Guará
·          16:30 DRE Samambaia
·          16:45 DRE Brazlândia
·          17h DRE Recanto das Emas Apresentação musical – aluna Milena
·          17:15 Cover do Michael Jackson  pelo aluno Enos Sousa Aguiar do CFE 04 E Hino do Aluno Especial cantado pelo aluno Clebert Tadeu CEE 02-DRE Ceilândia
·          17:30 DRE Taguatinga
·          17:45 Ministério com surdos Igreja Memorial Batista de Brasília – Coro de Vozes do Coração -  Músico surdo Waldenio Alves da silva
·         18 h Encerramento das atividades



Data: 21 de Setembro de 2011
Local: Espaço Cultural do TaguaParque
Horário: de 14h as 18h



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Movimento Orgulho Autista Brasil

Caros Amigos,
 
O Movimento Orgulho Autista Brasil convida a todos para participar do 8° Desabafo Autista e Asperger de 2011 que será realizado dia 17/09, sábado, às 14h, na Escola Classe da Vila Militar do RCG, no seguinte endereço: AE RCG – SMC – Setor Militar Complementar, atrás do Carrefour Norte.
 
Ponto de referência: ao passar ao lado do Carrefour Norte (estando esse Hipermercado a direita do motorista) virar na primeira a direita e seguir adiante por uns 03 minutos, ou seja, a escola fica atrás do SAAN. Ou para quem está na EPIA passar em baixo do viaduto que fica logo após o SMU, rumo ao SAAN e seguir em frente. Esta escola NÃO fica no SMU próximo ao Eixo Monumental. Dúvidas: entre em contato.
 
      Aproveitamos para lembrá-los das datas dos nossos próximos encontros.
 
Meses
Locais
Cidade
15 de Janeiro
AMA-DF / Instituto de Saúde Mental
Riacho Fundo
19 de Fevereiro
EC 416 Sul
Asa Sul
19 de Março
CLIAMA
Paranoá
16 de Abril
CEF GAN
Asa Norte
21 de Maio
EC 218 de Santa Maria
Santa Maria
18 de Junho
Câmara Legislativa
Asa Sul
20 de Agosto
EC 416 Sul
Asa Sul
17 de Setembro
EC da Vila do RCG
RCG
22 de Outubro
CEE 01 Planaltina
Planaltina
19 de Novembro
EC 31 Ceilândia
Ceilândia
10 de Dezembro
Confraternização
A definir
 
Durante a realização do Desabafo, pais, familiares, amigos, especialistas, professores e outras pessoas interessadas no tema autismo e asperger trocam experiências, apresentam novas informações e, principalmente, relatam e debatem sobre suas vivências com filhos, conhecidos ou familiares autistas.
 
Pedimos  sua colaboração em divulgar o cartaz anexo em escolas, instituições públicas, locais de grande circulação, e-mails, sites, etc.
 
Contamos com a participação de todos.
 
Estou à disposição para maiores esclarecimentos.
 
Lembramos que nossos eventos são totalmente gratuitos.
 
Pedimos que todos levem algo para um breve lanche.
 
Felicidades!
 
Ana Cristina
Vice-Presidente do Movimento Orgulho Autista Brasil
84342044

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Perfil Profissional para Trabalhar com Pessoas com Deficiência

Um indivíduo com deficiência não é herói nem coitado; é um ser humano comum como qualquer outro, sujeito a erros ou acertos. Entretanto, este indivíduo, por causa de suas limitações permanentes, precisa de apoios assistivos efetivos que garantam a sua funcionalidade produtiva e social custeada pelo Estado ou diretamente, mesmo que em parte, pela sociedade ou, ainda, feito de forma autônoma, sempre, em conformidade com a emancipação e a autonomia que lhe foi possível alcançar.

A partir da declaração dos direitos humanos, cresce ano a ano, a febre pela luta em favor da inclusão social de todas as diversidades humanas com base nas possibilidades férteis da convivência plena das diferenças entre si. No entanto, enquanto houver a incapacidade do Homem, de se libertar da exploração do Homem pelo Homem, essa febre tem tudo para não passar de apenas mais uma febre que, dá e logo passa sem contaminar muita gente, de acordo com as pregações eufóricas dos movimentos pueris. Lembrando que estes movimentos pueris têm entusiasmado de modo muito superficial, pessoas de sentimentos equivocados que, em função de suas imaturidades, acabam transformando esta nobre causa em trampolim social.

Outro dia, por exemplo, houve uma reunião onde, um certo entusiasta superficial destes, bradou que nenhum membro de sua categoria, a partir do seu envolvimento com a causa, teria qualquer sentimento de pena em relação às pessoas com deficiência. Não foi difícil perceber neste indivíduo, o afloramento da indiferença em relação a esta categoria, o outro extremo do sentimento de pena. Assim como este entusiasta, existem milhares pelo mundo afora, por isso, a falta de participação efetiva das pessoas com deficiência nos espaços sociais.

No mundo em que vivemos, é muito raro encontrar pessoas fraternas que encarem uma pessoa com deficiência, qualitativamente falando, como um par comum entre os seus. No convívio da caridade, os "superiores" praticam "bondades" em relação aos "inferiores". No espaço da indiferença, a extrema ignorância impede o reconhecimento, o respeito e a admiração dos deuses humanos em relação aos seres diferentes, supostamente, inferiores.

Este cenário, pelo visto, demorará muito a ser extinto. Pois, a cada dia que passa, a hipocresia festeja os seus bons resultados com o beneplácido das convenções sociais emergentes. É claro que as pessoas com deficiência também, devem buscar entender o mundo como um palco de relações interativas, mútuas, via de mão dupla onde os direitos e os deveres são simultâneos.

Sabemos que o sentimento de fraternidade não é fruto dos ensinamentos altruístas, tampouco, dos sentimentos narcisistas. A fraternidade é fruto do Amor, enquanto atitude magna da auto-responsabilização e da compreensão de que o cuidado com o próximo trará a saúde, a paz e a harmonia entre todos os seres humanos, com todas as suas diferenças.

Para concluir, vale salientar a facilidade da comprovação da eficiência da relação de um analfabeto fraterno com as diferenças e diversidades humanas de qualquer grupo social. Por outro lado, nenhum doutor caridoso ou qualquer phd vaidoso, conseguirá com a mesma segurança, convicção e tranquilidade, compartilhar a construção de um universo que tenha como princípio fundamental, a cidadania como o Bem mais precioso de uma Nação.

A fraternidade é um sentimento que liberta, iguala e corrige as assimetrias de oportunidades e acessibilidade. A fraternidade é o amor de Erich Fromm, que tem quatro ingredientes básicos: conhecimento, respeito, cuidado e responsabilidade, para com o semelhante.

Antonio Leitão, Vice-Presidente do Conselho de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do DF.


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Rosana Cipriano
DEE/SEEDF